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sábado, 24 de setembro de 2016

Luiz Carlos Prestes II



Sempre achei que ter orgulho em possuir como líder de um partido um velhinho de 80 anos uma besteira.Cansei de ouvir isto na época da anistia.Como se  a permanência de um líder por tanto  tempo  indicasse sua competência e pujança,mas isto é um discurso ,um discurso diversionista,para esconder que a juventude não seguia o partido e que não havia possibilidade de trocar as lideranças,não só pelo caráter anti-democrático do Partido,mas ,também,por ausência de...juventude,de renovação.
É mais uma prova de que os verdadeiros idealistas eram os comunistas ,que dissociavam as idéias da necessária  e  ética adequação com a realidade e os fatos,pouco importando as conseqüências que esta irresponsabilidade poderia ter.
Quando,num partido político,um velho predomina,é porque acontece isto a que me referi,mas também,na eventualidade de uma certa pujança e/ou presença de juventude,há uma imensa divisão,que só se consegue evitar com a aceitação de alguém mais velho.Foi o que se viu depois que a gerontocracia soviética de Brejnev ruiu.Gorbachev teve que administrar um partido ultra-dividido e uma juventude querendo participar.Um caldo de cultura infernal que acabou por levá-lo de roldão,como um tsunami.
A relação entre os velhos dos partidos comunistas e a juventude é um assunto muito complicado e corre pari passu ao problema já referido das vanguardas e retaguardas,por isso falarei mais abaixo.
                                                   

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